Quando penso no passado,
não é realmente nos fatos que penso...
e, sim, nos registros da minha memória que afloram
como um programa de computador que posso acessar.
Seria simples deletar, mas não é assim que acontece.
Então, quando o pensamento acessa a minha memória
trazendo o passado ao presente, aquieto-me.
Busco o silêncio, o vazio, onde a Divindade pode agir.
E, repito, ainda meio roboticamente, as lições do Ho'oponopono da Identidade Própria*
Declaração repetidas dirigidas ao Divino:
Eu te amo.
Sinto muito.
Por favor, perdoe-me.
Obrigada.
Abro espaço para a inspiração divina, para a PAZ DO EU.
* Dom profundo que nos permite desenvolver um relacionamento funcional com a Divindade interior e aprender a pedir que, em cada momento, os nossos erros de pensamento, palavras, feitos ou ações sejam purificados.
O processo diz essencialmente respeito à liberdade, à completa liberdade em relação ao passado.
( MORRNAH NALAMAKU SIMEONA, criadora do método )
Bibliografia: Limite Zero / Joe Vitale e Ihaleakala Hew Len, PhD / Editora Rocco/ Pagina 6
Post retirado do meu blog http://www.blogblogolando.zip.net/ (biya)
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