Devemos vigiar nossos pensamentos.
Devemos interrogá-los quando bate à porta de nossos corações.
Pertencem a nós ou não?
Devemos conversar com os nossos pensamentos e, descobrir se são intrusos como ódio, ressentimento, etc.
Se são intrusos devemos tentar expulsá-los ou minimizá-los em defesa de nossa paz.
Só devemos deixar entrar em nossa casa os pensamentos que nos trazem paz, que vêm de Deus.
Se não controlarmos nossos pensamentos não encontraremos Deus em nossa casa, mas sim o caos de nossos sentimentos, nosso tumulto interior.
Assim nos ensina Evágrio Pôntico (monge do deserto) em seus textos.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
E ainda sobre a alma...
Segundo Anselm Grün, a alma pode pedir a palavra. Nós precisamos burlar a rotina pra que a alma possa se desenvolver. Ela nos dá acesso a imagem primordial que Deus fez de nós para si. Quando reprimimos esta imagem primordial para satisfazer as exigências do dia a dia, a alma nos adverte pra abrir espaço a coisas novas em nós, a viver autenticamente.
A questão: é realmente a alma que pede a palavra ou são apenas nossos caprichos que nos confundem?
Como distinguir?
A alma nos conduz à liberdade, à vida, a uma boa relação com as pessoas.
Diz Wunibald Müller que sua alma não lhe diz diretamente o que fazer, mas o confunde.
Chama sua atenção para algo que não está bem, de que em algum lugar deve haver uma abertura.
As vezes pode significar travar novos relacionamentos como também reavivar um relacionamento existente.
A consciência tem a ver com a alma. Sêneca compreende a consciência como o saber a respeito de processos interiores, em última instância, a respeito dos processos da alma.
Existem situações em que confiamos em nossa alma e nos entregamos ao seu comando.
Ela poderá levar-nos a caminhos que nos colocam em conflito com a norma estabelecida.
Em nossa alma vivem nossas recordações, as mudanças e transformações ocorridas estão nela armazenadas.
Nossa vida exterior conhece o ontem, o hoje e o amanhã, mas a alma é o lugar onde mora e vive a eternidade.
Na alma estamos abertos para Deus e, também, para o Deus que há em cada um de nós.
A questão: é realmente a alma que pede a palavra ou são apenas nossos caprichos que nos confundem?
Como distinguir?
A alma nos conduz à liberdade, à vida, a uma boa relação com as pessoas.
Diz Wunibald Müller que sua alma não lhe diz diretamente o que fazer, mas o confunde.
Chama sua atenção para algo que não está bem, de que em algum lugar deve haver uma abertura.
As vezes pode significar travar novos relacionamentos como também reavivar um relacionamento existente.
A consciência tem a ver com a alma. Sêneca compreende a consciência como o saber a respeito de processos interiores, em última instância, a respeito dos processos da alma.
Existem situações em que confiamos em nossa alma e nos entregamos ao seu comando.
Ela poderá levar-nos a caminhos que nos colocam em conflito com a norma estabelecida.
Em nossa alma vivem nossas recordações, as mudanças e transformações ocorridas estão nela armazenadas.
Nossa vida exterior conhece o ontem, o hoje e o amanhã, mas a alma é o lugar onde mora e vive a eternidade.
Na alma estamos abertos para Deus e, também, para o Deus que há em cada um de nós.
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