sexta-feira, 23 de setembro de 2011
"Para encontramos a alma temos que deixar a superfície, temos que nos afastar para bem fundo no nosso íntimo e entrar, entrar, descer, descer num poço muito profundo, silencioso e calmo; e lá, então, há algo cálido, tranquilo, rico em conteúdo, muito sereno, muito perfeito, como uma fragrância: a alma. E se persistimos e estamos conscientes de nós mesmos, vem uma espécie de plenitude que da a impressão de uma coisa completa, que contém insondáveis profundidades. E sentimos que se entrássemos ali, muitos segredos seriam revelados, como reflexo de algo que é eterno em águas silenciosas e calmas. E os limites do tempo já não existem. Temos a impressão de que sempre fomos e seremos por toda a eternidade."
(Santa Rabia de Basra)
O Trabalho de Gurdjieff
KATHELEEN RIORDAN SPEETH
Copiado da publicação de Cibele Santos no Facebook/Grupo Sensitivos
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
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